Blima Bracher

Quinze razões para conhecer Amsterdã

A belíssima capital da Holanda oferece muitas atrações gastronômicas, culinárias e “otras cositas mas”. Confira

  • Os passeios nos canais

São mais de cem canais cruzando a cidade. É possível passear e até jantar num desses barcos, que convivem em perfeita harmonia com os belos cisnes. As casas holandesas são belos cenários para as selfies. Aliás, muitos holandeses fazem destes barcos suas casas, que ficam enfileiradas nos canais.

  • Os passeios de bicicleta

Um dos hábitos mais comuns entre os holandeses é andar de bicicleta. Vale alugar uma e sair admirando a beleza da cidade.

  • As famosas tulipas

Localizado a apenas meia hora de Amsterdam está o Parque Keukenhof, uma imensidão de flores que fica aberto de março a maio. A dica é ir de trem.

Imagem, acima, reprodução

  • O belíssimo Museu Van Gogh

Van Gogh, a maior expressão mundial da pintura, era holandês. O belo museu tem mais de 200 obras do artista, restaurante e casa de chá.

  • A extraordinária Casa Museu de Rembrant

O período que abrange o século 17 foi a época de maior desenvolvimento da Holanda, com comércio, ciência e navegação em seu auge. Foi durante o Século do Ouro, que o grande pintor Rembrandt viveu e produziu suas obras-primas. Sua casa, conservada como nos áureos tempos é uma viagem pelo modo de vida da época. A cozinha e acessórios culinários enormes , contrastam com as camas pequenas, de modo que os empregados dormiam em pequenos armários que ficavam embutidos nas paredes.

  • O fabuloso Rijksmuseum

O que traduzido significa Museu real. Este espaço abriga toda a coleção dos reis holandeses. É uma espécie de Louvre de Amsterdam.

  • O Palácio Real

Apesar de não ser a residência oficial do Rei, ainda é umas das habitações da realeza. Fica aberto à visitação com visitas guaiadas

Imagem, acima, reprodução

  • A Casa da Anne Frank

Quem não se emocionou com o Diário da judia Anne Frank? No sótão da casa é possível sentir a claustrofobia da escritora e sua aflição. Mão se assuste com a fila, pois a fama da moça é mundial.

  • O Red Light District

Com suas luzes vermelhas e prostitutas na vitrines, é parada obrigatória para quem quer mergulhar no espírito livre da Holanda. Só não tente tirar fotos das moças, pois sempre tem gente brava e de olho fazendo a rígida segurança do local. O bairro existe desde o século 14 e era bem popular entre os marinheiros da época, por conter diversas destilarias e bares. O Distrito de Red Light é o bairro onde a prostituição e diversas outras empresas da indústria do sexo florescem na capital holandesa. O termo Red Light District foi usado pela primeira vez em um artigo do “The Sentinel”, um jornal da cidade de Milwaukee (EUA), em 1894, e foi a partir daí que surgiu a fama do local.

  • As casas que vendem maconha

Liberada na Holanda, a maconha e seus apetrechos como nargilês e outros mais são vendidos em lojas especializadas.

  • O berço da Heineken

Na antiga fábrica da Heineken, instalada em um prédio histórico, é possível participar da Heineken Experience, e sentir a imersão na marca de modos diferentes.

  • Bares e vida noturna

A vida noturna é agitada e tem várias opções, com sabores do mundo inteiro e lojas que varam a madrugada.

  • Brechós e moda vintage

Na chamada Negen Straatjes (as nove ruas) é possível garimpar itens vintage ( eu escolhi uma pulseira, dois pares de brincos e um casaco de lã). Tem ainda o Mercado das Pulgas, realizado duas vezes por mês: o IJ-Hallen é o maior mercado de pulgas da Europa. As bancas vendem de um tudo.

  • Panquecas, batatas e wafles

A culinária holandesa oferece as pofferjes, panquecas bem fofinhas. Tem ainda os stroopwafels, cobertos com bastante calda, além, claros da patats, as batatas que podem ser comidas com sal, vinagre, maioneses ou um molho típico que acrescenta molho de amendoim e cebolas.

  • Os tamancos e moinhos

Os klopem, tamancos de madeiras, muito usados nas áreas rurais são belos souvenirs e um símbolo do país, como os famosos moinhos e diques.

Com Carlos Bracher. Textos e fotos: Blima Bracher

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Joana

Amsterdã me surpreendeu. A cidade é tão pequena mas tem encantos que muitas cidades badaladas não possuem. A visita à casa de Anne Frank e as comidas já valem a viagem. Se você estiver com tempo livre, caminhar pelas ruas entre os canais também é incrível!

Joana

Amsterdã me surpreendeu. A cidade é tão pequena mas tem encantos que muitas cidades badaladas não possuem. A visita à casa de Anne Frank e as comidas já valem a viagem. Se você estiver com tempo livre, caminhar pelas ruas entre os canais também é incrível!

Giordano Constanci

Eu estive lá e o que curti mesmo foi o red light district e os coffe shops … O resto é bacana mas, tudo custa 10,20,30 euros… Eu como pobre que sou,, fiquei na Max nhã e bebida kkkkk

Paulo Sanches

Eu fui em Amsterdã e eu nao gostei da cidade. Talvez eu esteja velho. Mas, resumindo, Amsterdã é a Las Vegas da Europa. Quem já foi em Las Vegas sabe do que eu estou falando. Orlas de jovens em despedidas de solteiros (homens e mulheres) bebendo pelas ruas, de dia e, principalmente, a noite. A tal da red light é uma rua de puteiro. Talvez, de fato, seja o mais peculiar de ser ver lá….não pela putaria em si…mas pq não é uma coisa cultural para gente. De resto, canais imundos (IMUNDOS) com garrafinhas de água, garrafas de vinho, copos, ruas imundas…. a gente tinha saído de Viena e ido pra Amsterdã….foi horrível. Acredito que pelo fato de ter sido no mes de Julho (ferias europeias) as coisas estavam realmente um pouco loucas por lá. Mas é um lugar que nao volto. Não à toa, a Prefeitura de lá tirou o famoso letreiro “I amsterdam” e está fazendo fortes investidas contra o turismo de massa. Realmente, se eu fosse morador de lá, iria odiar os turistas. A cidade realmente é charmosa….mas o turismo destrói tudo.