Porque insistem, velhas pedras, a me sustentarem o corpo? Porque trouxeram-me os tempos de volta a Vila Rica? De certo conspiram mais uma vez. E como conjurada não pude rejeitar o suspiro tênue que as montanhas sussurram. Já me via composta em outros cenários. Mas que da Vila fez-me urgente a presença. Pois se não fui eu a ouvir outrora ruidosa sentença. Em cada célula me ecoa a Inconfidência. E vim vestida em outros panos, mas o chapéu faz sombra de triângulo, pra sempre manchado de vermelho. Libertas quae sera tamem. Quantas vezes pousarei eu nestas montanhas por clamada senha: ” Tal dia é o batizado” . E eis-me aqui, como eterna rebelde que sou.
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