Em Ouro Preto

Escola de Farmácia recorre ao voluntariado, como sempre fez em sua história

O imponente prédio em estilo eclético na rua Costa Sena em Ouro Preto ja formou gerações e gerações de profissionais. Depois de sua abertura, em 1839, a Escola de Farmácia de Ouro Preto atravessa períodos de poucos recursos, ocupando prédios de forma provisória. A partir de 1883, com seu desligamento do Governo, a instituição passa a receber recursos e doações, sendo sempre muito importante a união de ex-alunos e voluntariado. Estudantes de todo Brasil e mundo levam o bom nome do ensino da Escola ligada à UFOP. Depois de tranferidas as atividades para o campus, a Escola virou museu, mantido pelos ex-alunos. Atualmente, o Museu abriga uma exposição sobre “Ensino e Prática Profissional de Farmácia em Ouro Preto no final do séc. XIX e início do séc. XX”. A mostra utiliza parte do acervo para permitir ao visitante uma visão do relacionamento do farmacêutico com o medicamento através da caracterização da especificidade de sua formação acadêmica na Escola de Farmácia de Ouro Preto no final do século e da visualização do ambiente característico de seu local de trabalho numa típica “Pharmacia” também deste período. O visitante toma contato com equipamentos relacionados com a Biologia, a Física e a Química (disciplinas básicas da formação farmacêutica e que são articuladas para o conhecimento global dos medicamentos) e, a seguir, terão acesso a uma típica “Pharmacia” ouropretana.

Contatos:

(31) 3559 – 1630 – Portaria

(31) 3559 – 1995 – Sala da Museóloga

Redes socais:

https://www.facebook.com/museudafarmaciaufop/?fref=ts

https://www.instagram.com/museudafarmacia/

Novamente, a instituição clama pelo voluntariado. Os interessados devem ter disponibilidade de 15 horas semanais para dedicação ao projeto, estar cursando no mínimo o 2º período, ter coeficiente acima de 6.0 e não receber outra bolsa acadêmica. 

As inscrições devem ser enviadas para o e-mail: ingrid.borges@ufop.edu.br, até às 18h de 17 de julho.

Blima Bracher

Blima Bracher é jornalista, formada pela UFMG e Engenheira Civil. Trabalhou doze anos em TV como repórter e apresentadora na Globo e Band Minas. Foi Editora da Revista Encontro e Encontro Gastrô. Escritora, cineasta e cronista premiada.

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